segunda-feira, 10 de junho de 2024
E Depois das Canções que nos Despertaram da Letargia ?
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
A Libertação do Mal - Como se Chegou até aqui ? (parte 2)
No plano da dimensão territorial de que falamos, a do Médio Oriente, se lançarmos o olhar numa perspectiva literária e histórica, que é facilmente escrutinada por todos, através da Bíblia, constatamos, de facto, que eram muitos os pequenos reinos que ocupavam grande parte do território, (embora entrecortados por alguns Impérios de génese local mais extensos e que foram surgindo ao longo da História, como por exemplo, e para citar apenas dois dos mais conhecidos, a Assíria e a Babilónia) sendo que, à semelhança da Europa, cada pequeno Estado não ocupava e dominava,
muitas vezes, mais do que a linha de um horizonte que o seu olhar alcançava e
que se estendia aos campos que pretendiam tomar como seus mesmo que sem qualquer
possibilidade prática de os conseguirem defender de ataques de exércitos
inimigos que, em sucessivas vagas e razias saqueavam, destruíam sementeiras,
matavam homens, mulheres e crianças para além de tomarem cativos para escravizar. Prática recorrente era também roubar rebanhos e arrasar e entulhar os poços de água, um bem que, como sabemos, é
vital em qualquer parte do mundo, em qualquer tempo, mas muito mais no Médio Oriente daquele tempo e mesmo ainda na actualidade.
Dos muitos povos e pequenos reinos que persistiam nos territórios a que se alude, um deles eram os Filisteus, que se concentravam numa faixa designada por “Philístia” ou Filisteia, como quisermos. A “Philístia” ou
Filisteia, refere-se à terra que cinco diferentes princípes filisteus habitavam,
e que é descrita em Josué no Cap.13:3, compreendendo o de Gaza, o de Asdode, o de
Asquelom, o de Gate e o de Ecrom. Familiarizámo-nos com alguns destes nomes que persistem em cidades israelitas actuais e que andam agora nas bocas do mundo.
Para complementar, e compreender um pouco melhor o período milenar que abordamos, convém referir previamente que o termo «fronteira», como o conhecemos na actualidade, não era algo que fosse reconhecido por quem quer que fosse por esse tempo. As eventuais «fronteiras» eram mais do que frágeis, eram absolutamente voláteis e à mercê de quem quisesse conquistar território, povoado, na maior parte dos casos apenas por pastores e rebanhos. Os métodos bárbaros para essa conquista não conheciam limites e quase todos se enquadravam no termo que usamos hoje para definir uma guerra bárbara que ultrapasse tudo o que diga respeito aos princípios mais básicos que devem reger a humanidade, mesmo que seja em guerra. Mas é aqui que voltamos ao fio da História e de como ele nos conduz até à designação de «Palestina» que, por muito que se pretenda e o reivindiquem aqueles que tomam partido contra Israel no momento actual, não designa um país, uma entidade política ou uma nação que tenham correspondência com um território, balizado por fronteiras definidas, como as denominamos no tempo presente. A designação «Palestina» aparece tardiamente, no plano da História antiga, já no tempo do domínio romano e deriva da transliteração do termo «Philístia» ou, se quisermos «Filisteia», como já vimos mais acima neste texto. Ou seja: um território (referimo-nos para já, apenas a Gaza) habitado por vários povos debaixo da designação de «filisteus», como o designa a Bíblia, por habitarem na Filisteia, e que, curiosamente, consta na Bíblia como a ser incluído na Canaã mais alargada que foi prometida por Deus a Abraão.
Jacinto Lourenço
Dezembro, 2023
segunda-feira, 4 de dezembro de 2023
A Libertação do Mal - parte 1
E de repente, como que despertando de um sono letárgico, a humanidade, em zonas críticas do globo, assiste a terríveis desenvolvimentos de confrontações que a levaram a experimentar destruição e morte em larga escala. A Rússia, retomando o fio condutor do pior que sempre teve dentro de si, invade e espezinha um país soberano vizinho, levando o caos a uma nação que tacteava ainda os novos caminhos que levam à democracia. Por seu turno, o grupo terrorista Hamas invade outro país soberano e desencadeia uma acção de larga escala assassinando, de um só golpe, cerca de 1500 cidadãos israelitas, entre homens, mulheres e crianças (algumas ainda bébés) tomando também como reféns mais de duas centenas de pessoas de várias nacionalidades mas onde a maioria é israelita.
segunda-feira, 4 de julho de 2022
A Tal de Annita...
sexta-feira, 1 de julho de 2022
O Saco de Gatos
segunda-feira, 27 de junho de 2022
Em Busca da Felicidade
quinta-feira, 9 de junho de 2022
PORTUGAL É UM ENORME ALQUEVA PARADO NO TEMPO E UMA SOCIEDADE BLOQUEADA
Pelos vistos depois de Abril de 1974 nem copiar ou manter o que funcionava razoavelmente se conseguiu fazer. A agricultura é por isso um enorme cadáver económico em Portugal.
sábado, 18 de dezembro de 2021
ERA UMA VEZ NO FAROESTE PORTUGUÊS...
Não tenho qualquer tipo de competência técnica para discernir sobre a questão da justiça em Portugal. Mas tenho aquilo a que se chama senso comum, seja lá isso o que for, que me segreda à consciência sobre o que parece estar certo e o que possa estar eventualmente errado.







